Ronaldo Bitencourt Dutra
por Ronaldo Bitencourt Dutra
em 05/11/2017

Master Coach, Analista de Perfil Comportamental, Coaching Assessment e Analista 360º. Trainer e sócio da D & S Ação

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Por que ingressei no mundo do Coaching?

Tive o privilégio de nascer numa família maravilhosa, unida, que com muito sacrifício me ajudou a crescer como pessoa e profissionalmente; a sorte de encontrar uma mulher incrível, a qual, além de ter estado ao meu lado nos principais momentos de minha vida, deu-me um lindo filho e alimenta e aquece em seu ventre nossa filhinha...
Por que ingressei no mundo do Coaching?

Tive o privilégio de nascer numa família maravilhosa, unida, que com muito sacrifício me ajudou a crescer como pessoa e profissional; a sorte de encontrar uma mulher incrível, a qual, além de ter estado ao meu lado nos principais momentos de minha vida, deu-me um lindo filho e alimenta e aquece em seu ventre nossa filhinha. Sou Procurador do Município de São José do Rio Preto, carreira da qual gosto, que me proporciona uma vida economicamente confortável e em virtude da qual consegui realizar todos os sonhos que havia sonhado. 

Considero-me um homem de sorte. Tinha tudo para me sentir totalmente realizado, mas parecia que algo faltava, algo que não sabia ao certo o que era até ter contato com o Coaching no segundo módulo do curso da Escola de Gestão do Município, em agosto de 2016. Achei magnífico, talvez por gostar de lidar com pessoas e porque me interessava muito por livros sobre Programação Neurolinguística, motivação e gestão de pessoas antes de me tornar concurseiro.

Foi então que comecei a pesquisar sobre Coaching e cursos de formação, chamando minha atenção a definição proposta pelo site do Instituto Brasileiro de Coaching2:

“Coaching é um processo de desenvolvimento humano, pautado em diversas ciências como: Psicologia, Sociologia, Neurociências, Programação Neurolinguística, e que usa de técnicas da Administração de Empresas, Gestão de Pessoas e do universo dos esportes para apoiar pessoas e empresas no alcance de metas, no desenvolvimento acelerado e em sua evolução contínua”.

Nesse momento me dei conta de que, por meio do Coaching, poderia estudar ramos do conhecimento dos quais sempre gostei; ajudar-me, especialmente no que diz respeito ao autoconhecimento, motivação; e ajudar a outras pessoas. Assim resolvi fazer um curso de formação e, ansioso como sempre, e mais uma vez o destino foi generoso comigo: havia logo para o começo do mês seguinte vagas no Professional Self Coaching (PSC 94) em São Paulo.

O destino não poderia ter me colocado em melhor lugar, pois lá, além de uma excelente formação em Coaching, conheci amigos – “irmãos desde criancinhas” – para o resto da vida. Ademais, como o IBC sempre entrega mais do que foi contratado, durante o treinamento, reconheci as causas do meu inexplicável desassossego.

Como a maioria dos brasileiros, a vida nunca foi fácil para mim, mais difícil ainda para os meus pais. Por isso, tive de batalhar muito, porém, como já disse, tive a sorte de pertencer a minha família, com um pai mentor (de vida), que me ajudou a ser quem sou. Sempre fui grato a todos aqueles que me ajudaram e tentei retribuir com todo meu amor e apoio, pois acredito que até o pior dos criminosos é capaz de amar e ser grato aos seus. 

Dei-me conta, portanto, depois de me aprofundar no estudo do Coaching, que o que eu realmente queria ao me tornar Coach (aquele que aplica o processo de Coaching3) era agradecer e retribuir ao mundo pela excelente vida que me foi dada. O Coaching me ensinou que as derrotas e fracassos, inclusive eventos traumáticos e até vitórias e conquistas, nada mais são do que oportunidades de aprendizado. Tudo depende do que a pessoa quer fazer de sua vida agora, no tempo presente, pois o passado já passou4 e o futuro não existe, como diz José Roberto Marques, presidente do IBC, em uma metáfora que expressa a importância de se atentar ao momento presente.

Só quem já passou por um processo de Coaching bem feito sabe que o que acabo de dizer vai além de um mero clichê.

É por isso que, depois de ter passado por esse processo, agora eu sei ao certo porque decidi me tornar um Coach: para retribuir à vida a vida que ela me deu, ajudando as pessoas a encontrarem cada um a sua missão e o seu propósito de vida, atingindo suas metas, realizando seus sonhos de forma mais consciente, porém mais acelerada, em contínua evolução e desenvolvimento humano.

A forma pela qual farei isso? O nicho onde atuarei? Ah, isso já é tema para uma futura inserção!

Por enquanto, fiquemos com a lição do mestre José Roberto Marques: “Tudo o que vier que seja bem-vindo. Se for bom, deixe que fique. Se for ruim, deixe que vá!”.

Se alguma coisa neste texto fizer sentido para você, deixe que fique, senão deixe que vá!

 

Ronaldo Bitencourt Dutra

Coach e Treinador Comportamental na D&S Ação - Desenvolvendo Pessoas e Empresas; Procurador Chefe da Coordenadoria Administrativa da Procuradoria-Geral do Município de São José do Rio Preto – SP.

 

P.S. 1. A quem possa estar curioso, minha filha nasceu em 31 de janeiro de 2017, chama-se Laura e, depois de um período de ciúmes, meu filho mais velho (2 anos e 6 meses) também está derretido por ela. 

P.S. 2. Também já defini a forma e o nicho de atuação. Com sócios super dedicados criamos a D&S Ação – Desenvolvendo Pessoas e Empresas, e, além de me tornar Treinador Comportamental pelo Instituto de Formação de Treinadores – IFT, do Sensei Massaru Ogata, decidi ajudar concurseiros (como eu um dia fui) a realizarem seus sonhos, por meio de processo de coaching individual e em grupo.  

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